Blucher Medical Proceedings
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A Fisioterapia na Flebologia
A Fisioterapia na Flebologia
Resumo:
A evolução de flebopatas crônicos graves fez surgir a pergunta de por que alguns pacientes complicavam e outros, nas mesmas condições, isto é, com o sistema venoso apresentando praticamente a mesma lesão, mantinham- se compensados e quase nunca evoluíam para úlcera de estase. Nas últimas décadas, há trabalhos que descrevem não apenas “refluxos e permeabilidades”, mas também a “falência contrátil da panturrilha” e que demonstram que às evidências anatômicas e fisiopatológicas da insuficiência venosa crônica, bem conhecidas e atualmente tão facilmente comprováveis pelo eco-color-Dopler, deve-se agregar a análise da atuação das chamadas “bombas impulso-aspirativas” distais, como elemento fundamental tanto para o diagnóstico quanto para o prognóstico da enfermidade. Dispõe-se hoje de métodos simples e não-invasivos que analisam de forma direta o trabalho dessas bombas músculo-venoarticulares, como a goniometria da articulação talocrural e a pletismografia a ar. Esta última quantifica em números absolutos a hemodinâmica venosa, e, especificamente, a eficiência da bomba muscular da panturrilha, a mais importante de todas. Tem sido possível não só relacionar o desempenho desta função com o grau de severidade da insuficiência venosa crônica, como também seguir a evolução de tratamentos reabilitadores instituídos. A cinesioterapia, definida como o estudo e a aplicação do movimento na arte de curar, vem sendo utilizada e modo geral em programas de reabilitação, há alguns séculos. Os resultados alcançados na melhora da qualidade de vida dos pacientes, por meio de exercícios musculares programados específicos, têm sido animadores. Até o momento, justifica-se plenamente o estudo e a busca de métodos complementares que solucionem o calvário enfrentado quotidianamente pelos flebopatas graves. A reabilitação cinesioterápica da bomba muscular da panturrilha tem correspondido a essa aspiração de forma promissora.
A evolução de flebopatas crônicos graves fez surgir a pergunta de por que alguns pacientes complicavam e outros, nas mesmas condições, isto é, com o sistema venoso apresentando praticamente a mesma lesão, mantinham- se compensados e quase nunca evoluíam para úlcera de estase. Nas últimas décadas, há trabalhos que descrevem não apenas “refluxos e permeabilidades”, mas também a “falência contrátil da panturrilha” e que demonstram que às evidências anatômicas e fisiopatológicas da insuficiência venosa crônica, bem conhecidas e atualmente tão facilmente comprováveis pelo eco-color-Dopler, deve-se agregar a análise da atuação das chamadas “bombas impulso-aspirativas” distais, como elemento fundamental tanto para o diagnóstico quanto para o prognóstico da enfermidade. Dispõe-se hoje de métodos simples e não-invasivos que analisam de forma direta o trabalho dessas bombas músculo-venoarticulares, como a goniometria da articulação talocrural e a pletismografia a ar. Esta última quantifica em números absolutos a hemodinâmica venosa, e, especificamente, a eficiência da bomba muscular da panturrilha, a mais importante de todas. Tem sido possível não só relacionar o desempenho desta função com o grau de severidade da insuficiência venosa crônica, como também seguir a evolução de tratamentos reabilitadores instituídos. A cinesioterapia, definida como o estudo e a aplicação do movimento na arte de curar, vem sendo utilizada e modo geral em programas de reabilitação, há alguns séculos. Os resultados alcançados na melhora da qualidade de vida dos pacientes, por meio de exercícios musculares programados específicos, têm sido animadores. Até o momento, justifica-se plenamente o estudo e a busca de métodos complementares que solucionem o calvário enfrentado quotidianamente pelos flebopatas graves. A reabilitação cinesioterápica da bomba muscular da panturrilha tem correspondido a essa aspiração de forma promissora.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/medpro-flebo-SIF_31
Como citar:
Goulart, V.; "A Fisioterapia na Flebologia", p-54-54.
In: In Anais do V Simpósio Internacional de Flebologia [=Blucher Medical Proceedings, n.1, v.1].
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/medpro-flebo-SIF_31
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TY - CONF T1 - A Fisioterapia na Flebologia JO - Blucher Medical Proceedings VL - 1 IS - 1 SP - 54 EP - 54 PY - 2014 T2 - V Simpósio Internacional de Flebologia AU - SN - 23577282 DO - http://dx.doi.org/10.5151/medpro-flebo-SIF_31 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/a-fisioterapia-na-flebologia-9397 KW - ER -
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V. Goulart, A Fisioterapia na Flebologia, Blucher Medical Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 54-54, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/medpro-flebo-SIF_31 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/a-fisioterapia-na-flebologia-9397) Palavras-chave:: ;