Blucher Engineering Proceedings
- Todas as edições
- Última edição
- Equipe de Produção
- ISSN 2357-7592
AMOBILIDADE BRASILEIRA COMO ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO
AMOBILIDADE BRASILEIRA COMO ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO
Andrade, Miguel; Maia, Décio Magioli; Villela, Antonio Carlos Scardini; Machado, Guilherme Bastos; Belincanta, Juliana; Turkovics, Franck
Artigo Completo:
A elevada disponibilidade de biomassa ligno-celulósica residual no Brasil apresenta potencial para importante incremento na produção de etanol. A obtenção de etanol a partir do bagaço de cana (etanol de segunda geração-2G) aumentará substancialmente o rendimento deste combustível por tonelada de cana processada. Para avaliar tecnicamente a sua aplicação em motores está sendo realizado, em 2014, um extenso teste de campo em todo o Brasil, em parceria com fabricantes de veículos, no qual se levará uma frota abastecida com o etanol 2G às principais capitais do país, num percurso de aproximadamente 20.000 km, para avaliar o novo produto em condições reais de condução quanto à dirigibilidade, emissões de poluentes, consumo do combustível, desempenho em retomadas de velocidades e durabilidade de componentes dos motores. Este trabalho apresenta os resultados iniciais de medição das emissões de poluentes, consumo de combustível e retomada de velocidades em pista de testes, comparando os valores obtidos para o etanol 2G e para o etanol convencional. Também apresenta a metodologia que está sendo utilizada no teste de campo e os resultados comparativos dos ensaios de durabilidade, realizados com motores em bancadas de ensaios, com o etanol convencional e com o etanol 2G. Por este conjunto de medições feitas até o momento, o etanol 2G pode ser considerado como adequado ao uso veicular. Falta a finalização do teste de campo e dos ensaios finais de desempenho, para a análise ser conclusiva e ocorrer a introdução do etanol 2G na mobilidade brasileira.
A elevada disponibilidade de biomassa ligno-celulósica residual no Brasil apresenta potencial para importante incremento na produção de etanol. A obtenção de etanol a partir do bagaço de cana (etanol de segunda geração-2G) aumentará substancialmente o rendimento deste combustível por tonelada de cana processada. Para avaliar tecnicamente a sua aplicação em motores está sendo realizado, em 2014, um extenso teste de campo em todo o Brasil, em parceria com fabricantes de veículos, no qual se levará uma frota abastecida com o etanol 2G às principais capitais do país, num percurso de aproximadamente 20.000 km, para avaliar o novo produto em condições reais de condução quanto à dirigibilidade, emissões de poluentes, consumo do combustível, desempenho em retomadas de velocidades e durabilidade de componentes dos motores. Este trabalho apresenta os resultados iniciais de medição das emissões de poluentes, consumo de combustível e retomada de velocidades em pista de testes, comparando os valores obtidos para o etanol 2G e para o etanol convencional. Também apresenta a metodologia que está sendo utilizada no teste de campo e os resultados comparativos dos ensaios de durabilidade, realizados com motores em bancadas de ensaios, com o etanol convencional e com o etanol 2G. Por este conjunto de medições feitas até o momento, o etanol 2G pode ser considerado como adequado ao uso veicular. Falta a finalização do teste de campo e dos ensaios finais de desempenho, para a análise ser conclusiva e ocorrer a introdução do etanol 2G na mobilidade brasileira.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/engpro-simea2014-48
Referências bibliográficas
- [1]
Como citar:
Andrade, Miguel; Maia, Décio Magioli; Villela, Antonio Carlos Scardini; Machado, Guilherme Bastos; Belincanta, Juliana; Turkovics, Franck; "AMOBILIDADE BRASILEIRA COMO ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO", p-333-350.
In: In Anais do XXII Simpósio Internacional de Engenharia Automotica - SIMEA 2014 [=Blucher Engineering Proceedings].
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 23577592,
DOI 10.5151/engpro-simea2014-48
últimos 30 dias
165
downloads
262
visualizações
889
indexações
Sou autor desse trabalho
Você é citado neste trabalho?
Exportar citação - RefWork (RIS)
Copie a citação abaixo ou clique no botão Download para obter um arquivo com os dados
TY - CONF T1 - AMOBILIDADE BRASILEIRA COMO ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO JO - Blucher Engineering Proceedings VL - 1 IS - 2 SP - 333 EP - 350 PY - 2014 T2 - XXII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva AU - , , , , , SN - 23577592 DO - http://dx.doi.org/10.5151/engpro-simea2014-48 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/amobilidade-brasileira-como-etanol-de-segunda-gerao-8952 KW - ER -
Exportar citação - BibTeX(BIB)
Copie a citação abaixo ou clique no botão Download para obter um arquivo com os dados
@article{Andrade20144,
title="AMOBILIDADE BRASILEIRA COMO ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO",
journal="Blucher Engineering Proceedings",
volume="1",
number="2",
pages="333 - 350",
year="2014",
note="",
issn="23577592",
doi="http://dx.doi.org/10.5151/engpro-simea2014-48",
url="www.proceedings.blucher.com.br/article-details/amobilidade-brasileira-como-etanol-de-segunda-gerao-8952",
author="Miguel Andrade", "Décio Magioli Maia", "Antonio Carlos Scardini Villela", "Guilherme Bastos Machado", "Juliana Belincanta", "Franck Turkovics",
keywords="",
}
Exportar citação - Text(TXT)
Copie a citação abaixo ou clique no botão Download para obter um arquivo com os dados
Miguel Andrade, Décio Magioli Maia, Antonio Carlos Scardini Villela, Guilherme Bastos Machado, Juliana Belincanta, Franck Turkovics, AMOBILIDADE BRASILEIRA COMO ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO, Blucher Engineering Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 333-350, ISSN 23577592, http://dx.doi.org/10.5151/engpro-simea2014-48 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/amobilidade-brasileira-como-etanol-de-segunda-gerao-8952) Palavras-chave:: ;