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ANÁLISE DA REATIVIDADE AO TESTE DE CONTATO PARA O DIAGNOSTICO DE DERMATITE DE CONTATO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
ANÁLISE DA REATIVIDADE AO TESTE DE CONTATO PARA O DIAGNOSTICO DE DERMATITE DE CONTATO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
BEZERRA FILHO, CARLOS ALVES; Alevato, Daniele Maciel; Moares, Priscila; Eronimo, Caroline Danza ÉrricoAranha; Andrade, Maria Elisa Bertocco
Pôster:
Justificativa
No Brasil existem poucos estudos sobre a frequência da dermatite de contatoe substâncias que a causam em crianças e adolescentes. Dada a alta prevalênciade dermatoses alérgicas nesta faixa etária, faz-se necessário estabelecer umdiagnóstico causal preciso para controlar os sintomas.
Objetivo(s)
Analisar resposta cutânea aos testes de contato em crianças e adolescentescom suspeita de dermatite alérgica.
Método(s)
Estudo retrospectivo e observacional sobre os resultados de testes decontato, realizados em crianças e adolescentes, no período de junho de 2015 amaio de 2016, em um ambulatório de alergia. Utilizamos a bateria padrão e decosméticos preconizadas pelo Grupo Brasileiro de Estudos em Dermatite deContato - GBEDC. A leitura e interpretação dos testes foi realizada de acordocom as orientações do mesmo grupo, em 48 e 96 horas após aplicação.
Resultado(s)
Dentre os 117 testes realizados, observamos uma positividade de 43% sendoque destes, 70% dos pacientes eram do gênero feminino. Os pacientes foramdivididos em 3 grupos segundo a faixa etária: grupo 1 (1-6 anos) com 6pacientes (5%); grupo 2 (7-12 anos) com 27 crianças (23%); grupo 3 (13-18 anos)com 84 pacientes (72%). A maioria dos pacientes, 62%, estava sensibilizada aapenas 1 substância; enquanto 24%, 12% e 2% tiveram resultados positivos para2, 3 e 4 substâncias, respectivamente. Dos 40 componentes testados, observamosuma maior sensibilização para o sulfato de níquel (60% do total - 63% emmeninas e 50% em meninos), seguido pelo timerosal (40%), cloreto de cobalto(10%), e bálsamo do Peru, resina tonsil formaldeído e terebintina (8% cada).Analisando por faixa etária, a terebintina foi mais comum no grupo 1, enquantoo sulfato de níquel foi predominante nos grupos 2 e 3.
Conclusão(ões)
Estes dados apontam parauma elevada taxa de sensibilização a contactantes em crianças e adolescentes,possivelmente associada à exposição precoce a metais (bijuterias, piercings,roupas e sapatos), perfumes, esmaltes e cosméticos, além do timerosal, aindautilizado como antisséptico e conservante de medicamentos e vacinas. Esteestudo sugere que, para prevenção de dermatites de contato alérgicas, criançase adolescentes devem evitar contato com metais, fragrâncias, esmaltes ecosméticos.
Justificativa
No Brasil existem poucos estudos sobre a frequência da dermatite de contatoe substâncias que a causam em crianças e adolescentes. Dada a alta prevalênciade dermatoses alérgicas nesta faixa etária, faz-se necessário estabelecer umdiagnóstico causal preciso para controlar os sintomas.
Objetivo(s)
Analisar resposta cutânea aos testes de contato em crianças e adolescentescom suspeita de dermatite alérgica.
Método(s)
Estudo retrospectivo e observacional sobre os resultados de testes decontato, realizados em crianças e adolescentes, no período de junho de 2015 amaio de 2016, em um ambulatório de alergia. Utilizamos a bateria padrão e decosméticos preconizadas pelo Grupo Brasileiro de Estudos em Dermatite deContato - GBEDC. A leitura e interpretação dos testes foi realizada de acordocom as orientações do mesmo grupo, em 48 e 96 horas após aplicação.
Resultado(s)
Dentre os 117 testes realizados, observamos uma positividade de 43% sendoque destes, 70% dos pacientes eram do gênero feminino. Os pacientes foramdivididos em 3 grupos segundo a faixa etária: grupo 1 (1-6 anos) com 6pacientes (5%); grupo 2 (7-12 anos) com 27 crianças (23%); grupo 3 (13-18 anos)com 84 pacientes (72%). A maioria dos pacientes, 62%, estava sensibilizada aapenas 1 substância; enquanto 24%, 12% e 2% tiveram resultados positivos para2, 3 e 4 substâncias, respectivamente. Dos 40 componentes testados, observamosuma maior sensibilização para o sulfato de níquel (60% do total - 63% emmeninas e 50% em meninos), seguido pelo timerosal (40%), cloreto de cobalto(10%), e bálsamo do Peru, resina tonsil formaldeído e terebintina (8% cada).Analisando por faixa etária, a terebintina foi mais comum no grupo 1, enquantoo sulfato de níquel foi predominante nos grupos 2 e 3.
Conclusão(ões)
Estes dados apontam parauma elevada taxa de sensibilização a contactantes em crianças e adolescentes,possivelmente associada à exposição precoce a metais (bijuterias, piercings,roupas e sapatos), perfumes, esmaltes e cosméticos, além do timerosal, aindautilizado como antisséptico e conservante de medicamentos e vacinas. Esteestudo sugere que, para prevenção de dermatites de contato alérgicas, criançase adolescentes devem evitar contato com metais, fragrâncias, esmaltes ecosméticos.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/cissi2019-21
Referências bibliográficas
- [1]
Como citar:
BEZERRA FILHO, CARLOS ALVES; Alevato, Daniele Maciel; Moares, Priscila; Eronimo, Caroline Danza ÉrricoAranha; Andrade, Maria Elisa Bertocco; "ANÁLISE DA REATIVIDADE AO TESTE DE CONTATO PARA O DIAGNOSTICO DE DERMATITE DE CONTATO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES", p-41-42.
In: Anais do 3º Congresso Internacional Sabará de Saúde Infantil.
São Paulo: Blucher,
2020.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/cissi2019-21
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CARLOS ALVES BEZERRA FILHO, Daniele Maciel Alevato, Priscila Moares, Caroline Danza ÉrricoAranha Eronimo, Maria Elisa Bertocco Andrade, ANÁLISE DA REATIVIDADE AO TESTE DE CONTATO PARA O DIAGNOSTICO DE DERMATITE DE CONTATO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES, Blucher Medical Proceedings, Volume 6, 2020, Pages 41-42, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/cissi2019-21 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/anlise-da-reatividade-ao-teste-de-contato-para-o-diagnostico-de-dermatite-de-contato-em-crianas-e-adolescentes-34397) Palavras-chave:: ;