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APLASIA MEDULA COMO SUSPEITAR NA PEDIATRIA: UM RELATO DE CASO
APLASIA MEDULA COMO SUSPEITAR NA PEDIATRIA: UM RELATO DE CASO
Dias, Lineke Gonçalves; Proença, Mariana Aparecida Brunossi Moura; Mendonça Neto, Pedro Teles de; Carvalho, Maryana Beltrão de; Tavares, Rafaela Oliveira; Pessoa, Ingrid Lacerda; Mendonça, João Pedro de Figueiredo Jordão Furtado de; Neres, Bruna dos Santos Ibiapina
Artigo:
A aplasia medular ou anemia aplástica (AA) é uma doença rara comincidência cerca de 1-3:1.000.000, definida pela disfunção da medula óssea,acarretando assim na diminuição da série branca e vermelha. Pode serdesencadeada por diversas causas, adquiridas ou congênitas. Objetivo(s)Não se aplica Método(s) Nãose aplica Resultado(s) A.L.N.F, 1 ano e 7 meses, feminino, previamente hígida, natural eprocedente de São Paulo, com história clinica de febre há 22 dias, procuroupreviamente atendimento na emergência onde foi liberada com antibioticoterapiaem 2 ocasiões, devido otite e pneumonia. Na admissão apresentava-se com palidezcutâneo-mucosa, astenia, febril ao tato e hepatoesplenomegalia discreta. Osexames laboratoriais evidenciavam pancitopenia com neutropenia grave (leuco2800 com 2% de neutrófilos), reticulócitos de 2% e alterações de provasinflamatórias. Demais exames sem alterações. O mielograma demonstrou medulaóssea intensamente hipocelular. Devido quadro clínico prolongado e após afastaroutros diagnósticos diferenciais, feita hipótese de AA. A AA adquirida apresenta-se em 2 picos, o primeiro deles entre 10e 25 anos e o segundo após os 60 anos, e a congênita entre 2 e 5 anos. Dentreas adquiridas temos por exposição a inseticidas, anti-convulsivantes,cloranfenicol entre outros, após infecção viral, secundário a neoplasia ououtras doenças como tuberculose, hemoglobinúria paroxística noturna etc. Odiagnóstico pelo Ministério da Saúde é realizado pela associação depancitopenia, baixa contagem de reticulócitos e medula óssea hipocelular comdiminuição de todos os elementos hematopoiéticos e seus precursores, naausência de células estranhas à medula óssea, fibrose ou hematofagocitose. Otratamento de AA varia de acordo com a gravidade da doença. Dentre elesencontra-se transfusões de hemoconcentrados e antibioticoterapia conformenecessidade. Nos casos graves indica- se o transplante de células-troncohematopoiéticas (TCTH) alogênico ou terapia imunossupressora combinada.Justificativa
Conclusão (ões)
A aplasia medular ou anemia aplástica (AA) é uma doença rara comincidência cerca de 1-3:1.000.000, definida pela disfunção da medula óssea,acarretando assim na diminuição da série branca e vermelha. Pode serdesencadeada por diversas causas, adquiridas ou congênitas. Objetivo(s)Não se aplica Método(s) Nãose aplica Resultado(s) A.L.N.F, 1 ano e 7 meses, feminino, previamente hígida, natural eprocedente de São Paulo, com história clinica de febre há 22 dias, procuroupreviamente atendimento na emergência onde foi liberada com antibioticoterapiaem 2 ocasiões, devido otite e pneumonia. Na admissão apresentava-se com palidezcutâneo-mucosa, astenia, febril ao tato e hepatoesplenomegalia discreta. Osexames laboratoriais evidenciavam pancitopenia com neutropenia grave (leuco2800 com 2% de neutrófilos), reticulócitos de 2% e alterações de provasinflamatórias. Demais exames sem alterações. O mielograma demonstrou medulaóssea intensamente hipocelular. Devido quadro clínico prolongado e após afastaroutros diagnósticos diferenciais, feita hipótese de AA. A AA adquirida apresenta-se em 2 picos, o primeiro deles entre 10e 25 anos e o segundo após os 60 anos, e a congênita entre 2 e 5 anos. Dentreas adquiridas temos por exposição a inseticidas, anti-convulsivantes,cloranfenicol entre outros, após infecção viral, secundário a neoplasia ououtras doenças como tuberculose, hemoglobinúria paroxística noturna etc. Odiagnóstico pelo Ministério da Saúde é realizado pela associação depancitopenia, baixa contagem de reticulócitos e medula óssea hipocelular comdiminuição de todos os elementos hematopoiéticos e seus precursores, naausência de células estranhas à medula óssea, fibrose ou hematofagocitose. Otratamento de AA varia de acordo com a gravidade da doença. Dentre elesencontra-se transfusões de hemoconcentrados e antibioticoterapia conformenecessidade. Nos casos graves indica- se o transplante de células-troncohematopoiéticas (TCTH) alogênico ou terapia imunossupressora combinada.Justificativa
Conclusão (ões)
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/cissi2020-47
Referências bibliográficas
- [1]
Como citar:
Dias, Lineke Gonçalves ; Proença, Mariana Aparecida Brunossi Moura ; Mendonça Neto, Pedro Teles de ; Carvalho, Maryana Beltrão de ; Tavares, Rafaela Oliveira ; Pessoa, Ingrid Lacerda ; Mendonça, João Pedro de Figueiredo Jordão Furtado de ; Neres, Bruna dos Santos Ibiapina ; "APLASIA MEDULA COMO SUSPEITAR NA PEDIATRIA: UM RELATO DE CASO", p-93-94.
In: Anais do 4º Congresso Internacional Sabará de Saúde Infantil.
São Paulo: Blucher,
2020.
ISSN 23577282,
DOI 10.5151/cissi2020-47
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TY - CONF T1 - APLASIA MEDULA COMO SUSPEITAR NA PEDIATRIA: UM RELATO DE CASO JO - Blucher Medical Proceedings VL - 6 IS - 2 SP - 93 EP - 94 PY - 2020 T2 - 4º Congresso Internacional Sabará de Saúde Infantil AU - , , , , , , , SN - 23577282 DO - http://dx.doi.org/10.5151/cissi2020-47 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/aplasia-medula-como-suspeitar-na-pediatria-um-relato-de-caso-34709 KW - ER -
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Lineke Gonçalves Dias, Mariana Aparecida Brunossi Moura Proença, Pedro Teles de Mendonça Neto, Maryana Beltrão de Carvalho, Rafaela Oliveira Tavares, Ingrid Lacerda Pessoa, João Pedro de Figueiredo Jordão Furtado de Mendonça, Bruna dos Santos Ibiapina Neres, APLASIA MEDULA COMO SUSPEITAR NA PEDIATRIA: UM RELATO DE CASO, Blucher Medical Proceedings, Volume 6, 2020, Pages 93-94, ISSN 23577282, http://dx.doi.org/10.5151/cissi2020-47 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/aplasia-medula-como-suspeitar-na-pediatria-um-relato-de-caso-34709) Palavras-chave:: ;