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DESIGN DE INTERIORES: ENTRE O BACHARELADO E O TECNÓLOGO: UMA REFLEXÃO
DESIGN DE INTERIORES: ENTRE O BACHARELADO E O TECNÓLOGO: UMA REFLEXÃO
Vela, João Carlos; Nascimento, Beatriz Andrielly de Souza; Feder, Franciane; Istvandic, Mikaella; Jahn, Ana Claudia
Artigo Completo:
O curso de design de interiores chegou no Brasil de modo gradativo, como uma evolução técnica da decoração, e foi se fortificando desde o início do século XX recebendo o título de “design de interiores” na década de 1980. Os cursos começaram a se propagar e a graduação de nível superior tomou dois rumos, os bacharelados e os tecnólogos. O crescimento dos cursos de design de interiores nos últimos anos é significativo, entretanto a modalidade do tecnólogo cresce na mesma proporção que o bacharelado declina, este parâmetro pode ser associado a fatores socioeconômicos e a focos educacionais diferenciados nas modalidades de formação. Além disso, a distribuição das ofertas dos cursos no território brasileiro é irregular, se concentrando nos centros industrializados e de turismo, que demandam um maior número de profissionais na área. Neste sentido o objetivo deste trabalho é procurar entender, por meio da análise das modalidades de formação dos cursos de Design de Interiores no Brasil, qual o viés de formação que melhor se aplica no país, uma vez que nos deparamos com questionamentos em relação a formação acadêmica dos profissionais, tais como a diferenciação entre cursos tecnólogos e bacharelados, já que os dois são focados no mercado de trabalho, mas possuem duração e abrangência de estudos diferenciados. Como metodologia realizou-se uma pesquisa junto ao site do Ministério da Educação e Cultura – MEC, onde estão disponíveis os dados sobre os cursos ativos e em extinção, necessários para a elaboração das análises, além de pesquisas em livros de design, artigos e sites que abordam o assunto desta pesquisa. Como resultado podemos apontar que o tecnólogo possui mais mercado no cenário brasileiro do que o bacharelado, entretanto fica o questionamento se este viés mais rápido de formação superior em Design de Interiores, é suficiente para capacitar os futuros profissionais, dado que esta profissão necessita de diferentes conteúdos, conteúdos estes que vão além da técnica pura e simples.
O curso de design de interiores chegou no Brasil de modo gradativo, como uma evolução técnica da decoração, e foi se fortificando desde o início do século XX recebendo o título de “design de interiores” na década de 1980. Os cursos começaram a se propagar e a graduação de nível superior tomou dois rumos, os bacharelados e os tecnólogos. O crescimento dos cursos de design de interiores nos últimos anos é significativo, entretanto a modalidade do tecnólogo cresce na mesma proporção que o bacharelado declina, este parâmetro pode ser associado a fatores socioeconômicos e a focos educacionais diferenciados nas modalidades de formação. Além disso, a distribuição das ofertas dos cursos no território brasileiro é irregular, se concentrando nos centros industrializados e de turismo, que demandam um maior número de profissionais na área. Neste sentido o objetivo deste trabalho é procurar entender, por meio da análise das modalidades de formação dos cursos de Design de Interiores no Brasil, qual o viés de formação que melhor se aplica no país, uma vez que nos deparamos com questionamentos em relação a formação acadêmica dos profissionais, tais como a diferenciação entre cursos tecnólogos e bacharelados, já que os dois são focados no mercado de trabalho, mas possuem duração e abrangência de estudos diferenciados. Como metodologia realizou-se uma pesquisa junto ao site do Ministério da Educação e Cultura – MEC, onde estão disponíveis os dados sobre os cursos ativos e em extinção, necessários para a elaboração das análises, além de pesquisas em livros de design, artigos e sites que abordam o assunto desta pesquisa. Como resultado podemos apontar que o tecnólogo possui mais mercado no cenário brasileiro do que o bacharelado, entretanto fica o questionamento se este viés mais rápido de formação superior em Design de Interiores, é suficiente para capacitar os futuros profissionais, dado que esta profissão necessita de diferentes conteúdos, conteúdos estes que vão além da técnica pura e simples.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/despro-ped2016-0237
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Como citar:
Vela, João Carlos; Nascimento, Beatriz Andrielly de Souza; Feder, Franciane; Istvandic, Mikaella; Jahn, Ana Claudia; "DESIGN DE INTERIORES: ENTRE O BACHARELADO E O TECNÓLOGO: UMA REFLEXÃO", p-2773-2784.
In: Anais do 12º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design [= Blucher Design Proceedings, v. 9, n. 2].
São Paulo: Blucher,
2016.
ISSN 23186968,
DOI 10.5151/despro-ped2016-0237
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TY - CONF T1 - DESIGN DE INTERIORES: ENTRE O BACHARELADO E O TECNÓLOGO: UMA REFLEXÃO JO - Blucher Design Proceedings VL - 2 IS - 9 SP - 2773 EP - 2784 PY - 2016 T2 - 12º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design AU - , , , , SN - 23186968 DO - http://dx.doi.org/10.5151/despro-ped2016-0237 UR - www.proceedings.blucher.com.br/article-details/design-de-interiores-entre-o-bacharelado-e-o-tecnlogo-uma-reflexo-24473 KW - ER -
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João Carlos Vela, Beatriz Andrielly de Souza Nascimento, Franciane Feder, Mikaella Istvandic, Ana Claudia Jahn, DESIGN DE INTERIORES: ENTRE O BACHARELADO E O TECNÓLOGO: UMA REFLEXÃO, Blucher Design Proceedings, Volume 2, 2016, Pages 2773-2784, ISSN 23186968, http://dx.doi.org/10.5151/despro-ped2016-0237 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/design-de-interiores-entre-o-bacharelado-e-o-tecnlogo-uma-reflexo-24473) Palavras-chave:: ;