Blucher Engineering Proceedings
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ESTABILIDADE OXIDATIVA DO ÓLEO LUBRIFICANTE CONTAMINADO POR GASOLINA
ESTABILIDADE OXIDATIVA DO ÓLEO LUBRIFICANTE CONTAMINADO POR GASOLINA
Coelho, Maria Carolina da S.; Teixeira, Roberta M.; Viscardi, Sérgio L. C.; Dweck, Jo
Artigo Completo:
Durante a operação do motor ocorre a contaminação do óleo lubrificante pela passagem do combustível através dos pistões para o cárter. Este fato acelera a degradação do óleo lubrificante e a sua oxidação, diminuindo sua vida útil. Quanto ao uso de lubrificantes em motores automotivos, um dos maiores problemas é a deterioração provocada por esta contaminação pelo combustível utilizado, seja gasolina C (gasolina e etanol anidro) ou etanol hidratado, que é o caso do Brasil. Os novos motores do tipo flex também devem ser considerados, em que misturas de álcool - gasolina C pode ser usado em proporções diferentes. O comportamento termo-oxidativo do óleo lubrificante contaminado com gasolina de até 6% v/v, foi estudado usando o método ASTM D2272 – Testes de Oxidação em Vaso de Pressão Rotativo (RPVOT) e pelo Método de Teste Padrão ASTM D6186 – 08 - Tempo de indução à oxidação por pressão diferencial calorimétrica (PDSC). Ponto de Fulgor (ASTM D93), as análises também foram realizadas. Os resultados indicaram que com o aumento da contaminação de gasolina, o tempo de indução à oxidação das reduções de óleo lubrificante, que por sua vez, promovem um efeito significativo sobre a redução do ponto de fulgor da contaminação do lubrificante.
Durante a operação do motor ocorre a contaminação do óleo lubrificante pela passagem do combustível através dos pistões para o cárter. Este fato acelera a degradação do óleo lubrificante e a sua oxidação, diminuindo sua vida útil. Quanto ao uso de lubrificantes em motores automotivos, um dos maiores problemas é a deterioração provocada por esta contaminação pelo combustível utilizado, seja gasolina C (gasolina e etanol anidro) ou etanol hidratado, que é o caso do Brasil. Os novos motores do tipo flex também devem ser considerados, em que misturas de álcool - gasolina C pode ser usado em proporções diferentes. O comportamento termo-oxidativo do óleo lubrificante contaminado com gasolina de até 6% v/v, foi estudado usando o método ASTM D2272 – Testes de Oxidação em Vaso de Pressão Rotativo (RPVOT) e pelo Método de Teste Padrão ASTM D6186 – 08 - Tempo de indução à oxidação por pressão diferencial calorimétrica (PDSC). Ponto de Fulgor (ASTM D93), as análises também foram realizadas. Os resultados indicaram que com o aumento da contaminação de gasolina, o tempo de indução à oxidação das reduções de óleo lubrificante, que por sua vez, promovem um efeito significativo sobre a redução do ponto de fulgor da contaminação do lubrificante.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/engpro-simea2015-PAP187
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Como citar:
Coelho, Maria Carolina da S.; Teixeira, Roberta M.; Viscardi, Sérgio L. C.; Dweck, Jo; "ESTABILIDADE OXIDATIVA DO ÓLEO LUBRIFICANTE CONTAMINADO POR GASOLINA", p-490-500.
In: In Anais do XXIII Simpósio Internacional de Engenharia Automotica - SIMEA 2014 [=Blucher Engineering Proceedings]. São Paulo: Blucher, 2015. .
São Paulo: Blucher,
2015.
ISSN 23577592,
DOI 10.5151/engpro-simea2015-PAP187
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Maria Carolina da S. Coelho, Roberta M. Teixeira, Sérgio L. C. Viscardi, Jo Dweck, ESTABILIDADE OXIDATIVA DO ÓLEO LUBRIFICANTE CONTAMINADO POR GASOLINA, Blucher Engineering Proceedings, Volume 2, 2015, Pages 490-500, ISSN 23577592, http://dx.doi.org/10.5151/engpro-simea2015-PAP187 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/estabilidade-oxidativa-do-leo-lubrificante-contaminado-por-gasolina-20171) Palavras-chave:: ;