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ESTUDO DO USO DE CASCA DE COCO COMO BIOADSORVENTE PARA A REMOÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS DE EFLUENTES
ESTUDO DO USO DE CASCA DE COCO COMO BIOADSORVENTE PARA A REMOÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS DE EFLUENTES
ALMAGRO, ALBERTO SANTOS; MENEGUELO, ANA PAULA; MENDES, ANA NERY FURLAN; ROCHA, SANDRA MARA SANTANA
Artigo Completo:
O aumento do rigor legislativo quanto às leis ambientais tem aumentado com o passar dos anos, incentivando linhas de pesquisa na área de tratamento e reutilização de águas residuárias. Em se tratando de efluentes oleosos, percebe-se uma dificuldade de tratamento utilizando os métodos convencionais, que apresentam baixa eficácia para a separação água/óleo. Assim, a operação de adsorção é uma alternativa para o tratamento desses efluentes. Entre os produtos que podem ser utilizados como adsorventes, o carvão ativado é o mais comercializado para esse fim. Porém, apesar da alta eficiência, seu uso em escala industrial é inviável devido ao seu alto custo. Dessa forma, busca-se viabilizar o emprego da adsorção no tratamento de efluentes oleosos, propondo adsorventes alternativos, com menores valores de mercado e eficiência satisfatória. Na realização do presente trabalho, propõe-se a utilização de fibras de coco verde como material adsorvente, já que essa biomassa é bastante abundante no norte do Espírito Santo. Com isso, também se diminui a quantidade de biomassa a ser descartada de forma errônea pelo setor agroindustrial. Para se determinar o poder adsortivo das fibras de coco, foram realizados testes em batelada avaliando a influência de variáveis como pH, tempo de residência, concentração de adsorvente, temperatura do efluente e granulometria do adsorvente na operação de adsorção. As fibras mostraram resultados bastante satisfatórios, já que em todos os ensaios houve redução significativa da quantidade de óleos e graxas no efluente tratado.
O aumento do rigor legislativo quanto às leis ambientais tem aumentado com o passar dos anos, incentivando linhas de pesquisa na área de tratamento e reutilização de águas residuárias. Em se tratando de efluentes oleosos, percebe-se uma dificuldade de tratamento utilizando os métodos convencionais, que apresentam baixa eficácia para a separação água/óleo. Assim, a operação de adsorção é uma alternativa para o tratamento desses efluentes. Entre os produtos que podem ser utilizados como adsorventes, o carvão ativado é o mais comercializado para esse fim. Porém, apesar da alta eficiência, seu uso em escala industrial é inviável devido ao seu alto custo. Dessa forma, busca-se viabilizar o emprego da adsorção no tratamento de efluentes oleosos, propondo adsorventes alternativos, com menores valores de mercado e eficiência satisfatória. Na realização do presente trabalho, propõe-se a utilização de fibras de coco verde como material adsorvente, já que essa biomassa é bastante abundante no norte do Espírito Santo. Com isso, também se diminui a quantidade de biomassa a ser descartada de forma errônea pelo setor agroindustrial. Para se determinar o poder adsortivo das fibras de coco, foram realizados testes em batelada avaliando a influência de variáveis como pH, tempo de residência, concentração de adsorvente, temperatura do efluente e granulometria do adsorvente na operação de adsorção. As fibras mostraram resultados bastante satisfatórios, já que em todos os ensaios houve redução significativa da quantidade de óleos e graxas no efluente tratado.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/ENEMP2015-PS-497
Referências bibliográficas
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Como citar:
ALMAGRO, ALBERTO SANTOS; MENEGUELO, ANA PAULA; MENDES, ANA NERY FURLAN; ROCHA, SANDRA MARA SANTANA; "ESTUDO DO USO DE CASCA DE COCO COMO BIOADSORVENTE PARA A REMOÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS DE EFLUENTES", p-976-982.
In: In Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Sistemas Particulados - ENEMP 2015 [=Blucher Engineering Proceedings]. São Paulo: Blucher, 2015. .
São Paulo: Blucher,
2015.
ISSN 23591757,
DOI 10.5151/ENEMP2015-PS-497
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