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Experiências de jogos de mesa por pessoas autistas
Experiências de jogos de mesa por pessoas autistas
Fernandes, Fernando Emanoel de Oliveira; Martins, Laura Bezerra; Lima, Rafaella Asfora Siqueira Campos
Artigo:
A pesquisa, ainda em andamento, trata da experiência de jogo por adolescentes (entre 13 e 19 anos de idade) autistas verbais, residentes no Recife, com jogos de mesa. A problemática se desenvolve a partir da hipótese de que jogos de mesa podem impactar positivamente e estimular as habilidades sociais e comunicacionais dos indivíduos em questão, através das experiências de jogo. Devido às características sociocomunicativas de indivíduos com o transtorno do espectro autista (TEA) verbais, ou seja, com capacidade de se comunicar através da fala, estimular as habilidades de socialização e comunicação é, portanto, decisivo para que haja a possibilidade de engajamento social efetivo. Tais intervenções devem promover, além disso, a possibilidade de a pessoa autista traçar caminhos que reflitam em sua autonomia, sendo ele próprio agente de sua mudança, e bem-estar social, fazendo-o perceber os benefícios de uma vida em comunidade. Na busca por recursos alternativos que podem estimular positivamente as relações sociais, o raciocínio lógico, as habilidades sensoriais, criativas e lógicas, deparamo-nos com os jogos, em especial os jogos de mesa, os quais têm a propensão de ser capazes de instigar habilidades que venham a ampliar as possibilidades de acesso à independência e autonomia às pessoas com TEA verbais. Entende-se, também, que cada pessoa interpreta uma experiência em vários níveis diferentes e que as experiências e as emoções são capazes, inclusive, de mudar a forma como o sistema cognitivo opera. Então, ao unir o estudo dos jogos de mesa ao entendimento das experiências que estes artefatos lúdicos podem evocar nos sujeitos com TEA verbais, pretende-se, como objetivo geral da pesquisa, avaliar, como os elementos dos jogos de mesa impactam positivamente as habilidades comunicativas e sociais de jovens autistas verbais, visando o estímulo de atividades de integração social, através das percepções e do entendimento das experiências de jogo. Para tanto, serão utilizados o Método de Abordagem Indutivo buscando expandir a pesquisa do contexto micro para o macro, e os Métodos de Procedimento Experimental. Após definidas as metodologias, realizar-se-á um levantamento bibliográfico e uma revisão da literatura sobre os temas propostos e suas especificidades, a saber: TEA, jogos de mesa e experiência do usuário, com o objetivo de estabelecer embasamento teórico. Seguindo-se para a observação direta de como jovens autistas interagem com jogos de mesa; E, por fim, segue-se para a sistematização, a análise, o cruzamento e a comparação dos dados coletados.
A pesquisa, ainda em andamento, trata da experiência de jogo por adolescentes (entre 13 e 19 anos de idade) autistas verbais, residentes no Recife, com jogos de mesa. A problemática se desenvolve a partir da hipótese de que jogos de mesa podem impactar positivamente e estimular as habilidades sociais e comunicacionais dos indivíduos em questão, através das experiências de jogo. Devido às características sociocomunicativas de indivíduos com o transtorno do espectro autista (TEA) verbais, ou seja, com capacidade de se comunicar através da fala, estimular as habilidades de socialização e comunicação é, portanto, decisivo para que haja a possibilidade de engajamento social efetivo. Tais intervenções devem promover, além disso, a possibilidade de a pessoa autista traçar caminhos que reflitam em sua autonomia, sendo ele próprio agente de sua mudança, e bem-estar social, fazendo-o perceber os benefícios de uma vida em comunidade. Na busca por recursos alternativos que podem estimular positivamente as relações sociais, o raciocínio lógico, as habilidades sensoriais, criativas e lógicas, deparamo-nos com os jogos, em especial os jogos de mesa, os quais têm a propensão de ser capazes de instigar habilidades que venham a ampliar as possibilidades de acesso à independência e autonomia às pessoas com TEA verbais. Entende-se, também, que cada pessoa interpreta uma experiência em vários níveis diferentes e que as experiências e as emoções são capazes, inclusive, de mudar a forma como o sistema cognitivo opera. Então, ao unir o estudo dos jogos de mesa ao entendimento das experiências que estes artefatos lúdicos podem evocar nos sujeitos com TEA verbais, pretende-se, como objetivo geral da pesquisa, avaliar, como os elementos dos jogos de mesa impactam positivamente as habilidades comunicativas e sociais de jovens autistas verbais, visando o estímulo de atividades de integração social, através das percepções e do entendimento das experiências de jogo. Para tanto, serão utilizados o Método de Abordagem Indutivo buscando expandir a pesquisa do contexto micro para o macro, e os Métodos de Procedimento Experimental. Após definidas as metodologias, realizar-se-á um levantamento bibliográfico e uma revisão da literatura sobre os temas propostos e suas especificidades, a saber: TEA, jogos de mesa e experiência do usuário, com o objetivo de estabelecer embasamento teórico. Seguindo-se para a observação direta de como jovens autistas interagem com jogos de mesa; E, por fim, segue-se para a sistematização, a análise, o cruzamento e a comparação dos dados coletados.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/isspppgdesign-13
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Como citar:
Fernandes, Fernando Emanoel de Oliveira; Martins, Laura Bezerra; Lima, Rafaella Asfora Siqueira Campos; "Experiências de jogos de mesa por pessoas autistas", p-124-133.
In: Anais do I Seminário de Pesquisa PPGDesign .
São Paulo: Blucher,
2021.
ISSN 23186968,
DOI 10.5151/isspppgdesign-13
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Fernando Emanoel de Oliveira Fernandes, Laura Bezerra Martins, Rafaella Asfora Siqueira Campos Lima, Experiências de jogos de mesa por pessoas autistas, Blucher Design Proceedings, Volume 9, 2021, Pages 124-133, ISSN 23186968, http://dx.doi.org/10.5151/isspppgdesign-13 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/experincias-de-jogos-de-mesa-por-pessoas-autistas-36838) Palavras-chave:: ;