Blucher Food Science Proceedings
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Pesquisa de Salmonella Spp em Lagosta (Panurilus Argus) Congelada A -18°C, por 24 Meses, Através de Método Rápido e Método Tradicional.
Pesquisa de Salmonella Spp em Lagosta (Panurilus Argus) Congelada A -18°C, por 24 Meses, Através de Método Rápido e Método Tradicional.
Aragão, Kátia Silva; Borges, Maria de Fatima; Figueiredo, Evânia Altina Teixeira de; Silveira, Danielly Bandeira; Porto, Elaine Cristina Maciel; Sá, Sheyla Maria de Sousa; Teixeira, Gisani de Souza Maia; Brito, Anne Karolyne Gomes; Lima, Carolline de Brito; Elias, Luéline Paiva
Abstract:
O Estado do Ceará é o maior produtor de lagosta (Panurilus argus) no Brasil, sendo exportada e também comercializada nas lojas e barracas de frutos do mar. Os métodos rápidos para análise de patógenos, além do resultado em tempo reduzido, permite a indústria de alimentos a possibilidade da liberação de lotes, a baixo custo, independente de laboratórios externos. Contudo é necessário um estudo comparativo com o método tradicional, visando avaliar se o tipo de alimento, a microbiota natural, dentre outros fatores tem influência nos resultados. O objetivo da presente pesquisa foi: a) determinar a ocorrência de Salmonella spp em cauda de lagosta congelada pelo método BAM-FDA; b) congelar as amostras contaminadas a -18°C por dois anos e determinar a viabilidade da Salmonella spp nas amostras contaminadas, comparando o método do BAM-FDA com o 1-2 Test da BioControl (AOAC 989.13), para amostras altamente contaminadas. No ano de 2011, foram adquiridas nas barracas de peixe da Beira Mar, em Fortaleza-CE, 120 amostras de lagosta in natura, congelada, acondicionadas em sacos plásticos virgens, transportadas em caixas de isopor com ice block para o laboratório de Microbiologia de Alimentos/DTA/CCA/UFC. Das 120 amostras analisadas, 13 (10,8%) estavam contaminadas com Salmonella spp, sendo estas congeladas a -18°C por dois anos. Todas as 13 amostras contaminadas e congeladas por dois anos foram positivas pelo método tradicional, indicando a resistência da Salmonella spp ao congelamento, e nove (69%) apresentaram resultado positivo no método rápido com quatro resultados falso negativos (31%). Embora o 1-2 Test da BioControl, seja relativamente barato, fácil de executar e apresente resultado rápido quando comparado ao método tradicional, nas amostras de lagosta naturalmente contaminadas o elevado resultado de falso negativo não o recomenda como método alternativo para determinação de Salmonella spp em referida amostra.
O Estado do Ceará é o maior produtor de lagosta (Panurilus argus) no Brasil, sendo exportada e também comercializada nas lojas e barracas de frutos do mar. Os métodos rápidos para análise de patógenos, além do resultado em tempo reduzido, permite a indústria de alimentos a possibilidade da liberação de lotes, a baixo custo, independente de laboratórios externos. Contudo é necessário um estudo comparativo com o método tradicional, visando avaliar se o tipo de alimento, a microbiota natural, dentre outros fatores tem influência nos resultados. O objetivo da presente pesquisa foi: a) determinar a ocorrência de Salmonella spp em cauda de lagosta congelada pelo método BAM-FDA; b) congelar as amostras contaminadas a -18°C por dois anos e determinar a viabilidade da Salmonella spp nas amostras contaminadas, comparando o método do BAM-FDA com o 1-2 Test da BioControl (AOAC 989.13), para amostras altamente contaminadas. No ano de 2011, foram adquiridas nas barracas de peixe da Beira Mar, em Fortaleza-CE, 120 amostras de lagosta in natura, congelada, acondicionadas em sacos plásticos virgens, transportadas em caixas de isopor com ice block para o laboratório de Microbiologia de Alimentos/DTA/CCA/UFC. Das 120 amostras analisadas, 13 (10,8%) estavam contaminadas com Salmonella spp, sendo estas congeladas a -18°C por dois anos. Todas as 13 amostras contaminadas e congeladas por dois anos foram positivas pelo método tradicional, indicando a resistência da Salmonella spp ao congelamento, e nove (69%) apresentaram resultado positivo no método rápido com quatro resultados falso negativos (31%). Embora o 1-2 Test da BioControl, seja relativamente barato, fácil de executar e apresente resultado rápido quando comparado ao método tradicional, nas amostras de lagosta naturalmente contaminadas o elevado resultado de falso negativo não o recomenda como método alternativo para determinação de Salmonella spp em referida amostra.
Palavras-chave:
DOI: 10.5151/foodsci-microal-215
Como citar:
Aragão, Kátia Silva; Borges, Maria de Fatima; Figueiredo, Evânia Altina Teixeira de; Silveira, Danielly Bandeira; Porto, Elaine Cristina Maciel; Sá, Sheyla Maria de Sousa; Teixeira, Gisani de Souza Maia; Brito, Anne Karolyne Gomes; Lima, Carolline de Brito; Elias, Luéline Paiva; "Pesquisa de Salmonella Spp em Lagosta (Panurilus Argus) Congelada A -18°C, por 24 Meses, Através de Método Rápido e Método Tradicional.", p-421-422.
In: Proceedings of the XII Latin American Congress on Food Microbiology and Hygiene [=Blucher Food Science Proceedings, v.1, n.1].
São Paulo: Blucher,
2014.
ISSN 2359201X,
DOI 10.5151/foodsci-microal-215
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Kátia Silva Aragão, Maria de Fatima Borges, Evânia Altina Teixeira de Figueiredo, Danielly Bandeira Silveira, Elaine Cristina Maciel Porto, Sheyla Maria de Sousa Sá, Gisani de Souza Maia Teixeira, Anne Karolyne Gomes Brito, Carolline de Brito Lima, Luéline Paiva Elias, Pesquisa de Salmonella Spp em Lagosta (Panurilus Argus) Congelada A -18°C, por 24 Meses, Através de Método Rápido e Método Tradicional., Blucher Food Science Proceedings, Volume 1, 2014, Pages 421-422, ISSN 2359201X, http://dx.doi.org/10.5151/foodsci-microal-215 (www.proceedings.blucher.com.br/article-details/pesquisa-de-salmonella-spp-em-lagosta-panurilus-argus-congelada-a-18c-por-24-meses-atravs-de-mtodo-rpido-e-mtodo-tradicional-11770) Palavras-chave:: ;